quinta-feira, 16 de abril de 2020

UMA VISÃO QUE FAZ TODA DIFERENÇA

Uma grande oportunidade em tempo de crise é enxergar que a fragilidade diante de um inimigo poderoso deve produzir no homem a consciência de que a autossuficiência - maior problema da humanidade diante da necessidade de mudança - precisa ceder espaço para a confiança em Deus e a paciência para esperar a intervenção divina que faz “cessar os ventos e pode acalmar as tempestades”.

É oportuno, também, enxergar que, quanto mais desolada estiver a terra pelos efeitos da pandemia atual, na contramão das frustrações e desalentos provocados pelos dissabores sociais e econômicos - sem distinção entre povos e nações - mais deve estar ampliada a visão missionária que descortina no horizonte terras férteis para plantar a semente e colher os frutos do evangelho da graça.

Todo tempo é tempo de plantar e de colher, mas nos dias atuais é chegado o tempo de ampliar a visão do plantio e da colheita porque a terra se encontra, a cada dia, mais fértil por tantos que precisam de consolo, de atos de solidariedade, de encorajamento, de livramento, de paz e de salvação.

João 4.35 “Não dizeis vós: Ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Ora, eu vos digo: levantai os vossos olhos, e vede os campos, que já estão brancos para a ceifa.” - Jesus
UMA VISÃO QUE FAZ TODA DIFERENÇA

  • Uma grande oportunidade em tempo de crise é enxergar que a fragilidade diante de um inimigo poderoso deve produzir no homem a consciência de que a autossuficiência - maior problema da humanidade diante da necessidade de mudança - precisa ceder espaço para confiança em Deus e a paciência para esperar a intervenção divina que faz “cessar os ventos e pode acalmar as tempestades”.

  • É oportuno, também, enxergar que, quanto mais desolada estiver a terra pelos efeitos da pandemia atual, na contramão das frustrações e desalentos provocados pelos dissabores sociais e econômicos - sem distinção entre povos e nações - mais deve estar ampliada a visão missionária que descortina no horizonte terras férteis para plantar a semente e colher os frutos do evangelho da graça.

  • Todo tempo é tempo e plantar e de colher, mas nos dias atuais é chegado o tempo de ampliar a visão do plantio e da colheita porque a terra se encontra, a cada dia, mais fértil por tantos que precisam de consolo, de atos de solidariedade, de encorajamento, de livramento, de paz e de salvação.

  • João 4.35 “Não dizeis vós: Ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Ora, eu vos digo: levantai os vossos olhos, e vede os campos, que já estão brancos para a ceifa.” - Jesus

terça-feira, 14 de abril de 2020

É TEMPO DE BOAS NOTÍCIAS

É TEMPO DE BOAS NOTÍCIAS

Nesse tempo de guerra contra o novo coronavirus, deveríamos nos apegar mais às notícias boas do que às más. As más - reforçadas pelos fakes - têm “pés ligeiros” e chegam muito rápido, e com o condão de sufocar a paz e a alegria de muitos. 

É tempo de darmos mais ouvidos a vozes da alma que ecoam em nossas mentes e corações com mensagens de ESPERANÇA, FÉ e AMOR. 

A ESPERANÇA - que direciona nosso olhar para as possibilidades humanas - e gera expectativas de que brevemente teremos duas boas notícias: a) um medicamento que se torne protocolo geral de atendimento hospitalar, com resultados excelentes; b) vacinas sendo testadas em humanos com eficácia plena, num prazo não muito distante, graças ao avanço da tecnologia que favorece o intercâmbio entre os cientistas e gera procedimentos e equipamentos com maiores e mais rápidos resultados em curto espaço de tempo, reduzindo o intervalo entre as etapas até o resultado seguro e final. 

A FÉ - que nos conduz às possibilidades de Deus, muito além das possibilidades humanas. Pela fé, os antigos alcançaram não só a salvação, mas, também vitórias temporárias, em cada geração, que marcaram época pela intervenção de Deus nos “desertos” que pareciam intransponíveis e infindáveis.

O AMOR – que nunca morre e a tudo supera - que deve ser cultivado como as flores que florescem num jardim, enchendo de beleza nossas famílias no aconchego do lar. Na “quarentena” ou distanciamento social dos dias atuais, seria tremendo se todos aproveitassem a oportunidade para investir na recuperação do diálogo, da paciência e da amizade, dentro de casa, investindo nesse tempo com qualidade para que tudo faça sentido agora e depois. 

As famílias devem sair desse ciclo mais fortalecidas e, numa reação em cadeia, as igrejas mais fieis e obedientes aos propósitos de Deus, sendo mais úteis e eficazes no investimento de vidas e na missão de buscar e salvar, em Cristo, aqueles que ainda estão perdidos. 

É chegado o novo tempo de não perder tempo com “agendas sem sentido” para investir no que seja útil e necessário ao Reino de Deus.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

O HOMEM CONTINUA, SIMPLESMENTE, SENDO HOMEM

 O HOMEM CONTINUA, SIMPLESMENTE, SENDO HOMEM

A humanidade vive seus ciclos desde os primórdios. Todas as vezes em que os homens se perdem na faculdade de fazer escolhas e produzem sentimentos, pensamentos e atitudes, independentes da vontade de Deus, a humanidade paga o preço de seu descaminho até que se arrependa e clame pela intervenção de Deus. 

Por sua finitude e limitações, mesmo "se achando", muitos se perdem no discurso personalíssimo de sua própria grandeza e caminham por uma via de rota de colisão com Deus. Muito triste isso! Estamos num desses ciclos de descaminho o que demanda uma busca de avivamento espiritual no seio da humanidade para que se volte para Deus. 

Tudo poderia ser diferente do que temos visto e ouvido em nosso dias, se a humanidade já tivesse feito o dever de casa e tivesse se tornado próxima de Deus. Os homens deveriam conhecer mais a Bíblia para aprender o que Deus tem para aqueles que andam com Ele (O Senhor nos diz que Ele tem pensamentos de vida e de bem e não de mal para o homem - Jer 29.11-13). 

Mesmo que Deus pareça para alguns distante ou desinteressado, Ele está antenado a tudo que se passa. Deus sabe dos perigos da pandemia- trazida pelo novo coronavirus - que se propaga em toda a terra com mortes,distanciamento social e retrocesso na economia de todo o mundo.

O que mais nos deve fazer refletir na crise atual não são as infecções e mortes do mal de agora - o que já é terrível - mas a prova que se faz de que o homem está sempre atrás, como a obedecer a ordem de primeiro se fazer perguntas para depois se obter respostas. 

É tempo de entender que Deus nunca deixou a humanidade abandonada à sua própria sorte. Na verdade, Deus tem para tudo um tempo determinado e um propósito pré-estabelecido. 

Por isso, é tempo de orar para que Deus se apresse em dar um basta nessa pandemia; orar para que Deus manifeste sua misericórdia sobre a criação feita por Ele à Sua imagem e semelhança e transforme o pranto em alegria, a fome em fartura; as desigualdades sociais em inclusão, os políticos em homens sérios e honestos, as guerras em paz; orar para que o Espírito Santo encontre terra fértil para restabelecer o temor, a fidelidade e a obediência a Deus sobre a face da terra; orar para que Deus continue a moldar o nosso caráter, fazendo-nos menos críticos e mais amorosos, mais amigos e mais solidários em todos os nossos relacionamentos, não somente em tempo de crise.

Nunca é tarde para entender que Deus é Deus e o homem é, simplesmente, homem. É tempo de pedir a Deus que reescreva a nossa história dentro de Seus propósitos. Só Ele tem poder para completar o incompleto que existe em nós.

quarta-feira, 9 de março de 2016

INCONFORMISMO COM A CORRUPÇÃO NO BRASIL

“O peso que viu o profeta Habacuque. Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás? Por que razão me mostras a iniquidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se  manifesta distorcida.” (Habacuque 1.1-4); “Então o Senhor me respondeu, e disse:  Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo. Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.” (Habacuque 2.2,3)

Habacuque, um profeta menor (escreveu, apenas, 03 capítulos), escreveu esse livro um pouco antes da queda de Nínive (612 a.C.) ou do cerco a Jerusalém pelos caldeus (605 a.C), inconformado com a sociedade de seus dias. Cansado de ver sua nação sofrer consequências da corrupção e distanciamento de Deus, decidiu pedir socorro ao Senhor. O problema daqueles dias era o enfraquecimento da lei, distorção do direito e a iniquidade instalada pela repetitividade do pecado. Deus lhe respondeu dizendo que haveria um tempo de espera, mas o dia da bênção chegaria.   Naqueles dias, o povo era temente a Deus, mas havia uma grande distância entre a fé declarada e a fé praticada. Qualquer semelhança com o Momento Brasil de hoje não pode ser chamado de mera coincidência.

O Momento Brasil de nossos dias não traz surpresas, diria “o realista”, pois, há décadas, desenha-se um lastro de falcatruas no comportamento da Sociedade Brasileira que tem se tornado um pesadelo para as pessoas de bem. O instituto da corrupção, cada vez mais audacioso, passou a integrar o sistema de funcionalidade da vida pública e privada neste país. Mas, parece que está havendo um despertamento de duma consciência de mudança comportamental de todos, políticos ou não.

O diagnóstico do sistema da corrupção é revoltante e decepcionante. Mas, pior que revolta e a decepção é a inércia, acomodação ou conformismo com todo esse lamaçal público e notório. Se não fizermos como Habacuque; se não  clamarmos a Deus contra a corrupção do gênero humano, estaremos contribuindo para que a nova geração seja ainda pior que a atual em termos comportamentais. Habacuque perguntou a Deus: até quando? O inconformismo dava pressa ao clamor por mudança.

Hoje, vemos o mesmo que Habacuque. Nossa leitura do desgoverno e da corrupção impregnada nos poderes e na Sociedade, nos leva a entender que é momento de clamar pelo Brasil e de testemunhar do poder restaurador que só o nome de Jesus poder operar.

É necessário exigir que todos os governantes, na extensão e profundidade do cargo que ocupam, cumpram sua função de promover o fim social para o qual foram eleitos ou constituídos. Chega de mentira, de vantagem pessoal indevida, de enriquecimento ilícito. O povo, além de não suportar mais isso, percebe que está contaminado pela “lei de sobrevivência” do jeitinho brasileiro de solucionar suas causas simples ou complexas. Não dá mais. Basta! Dizem as vozes das ruas.

Nessa linha, devido a tão acentuado grau de corrupção, que não tem cor e bandeira partidária, apesar dos destaques estarrecedores dos nossos dias, concluímos que a solução não está no sistema econômico ou ideologia política, mas exclusivamente na conversão genuína a Jesus Cristo. Aí, destaca-se o papel da igreja de Jesus Cristo.

Nosso compromisso com Jesus nos constrange a repelir a mentira, por menos mal que aparente. Devemos repudiar o maléfico jeitinho brasileiro de resolver as pendências por meio de propinas. Precisamos ser zelosos no testemunho de nossa fé e viver com alegria, e responsabilidade social, a materialidade de Cristo em nós, a fim de que a Sociedade veja Cristo em nós. É nossa colaboração maior nesse momento Brasil.

Finalmente, nesse Momento Brasil, que sejamos mais missionários fazedores de discípulos, a começar dentro de nossa própria casa; que alcancemos os que estão à nossa volta, mais do que com palavras; que compreendamos que o testemunho sempre fala mais alto, mas, também, tenhamos consciência de que as palavras, quando forem ditas, devem  ser benditas e coerentes com o viver em Cristo.

O Momento Brasil é muito difícil, mas é quando a nação mais precisa da igreja. Que estejamos em oração e corajosamente “despertados do meio dos que ainda dormem”. Isso mesmo, clamor, ousadia, coragem e fidelidade no testemunho.

O Momento Brasil precisa da igreja de Cristo. Nós somos a igreja e temos a solução em Cristo. Mas, lembremo-nos que a nossa autoridade moral e espiritual só surtirá efeito se estivermos incluídos no agir de Deus.  

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

FAMÍLIA RADICAL

Salmos 103.17-18 “Mas o amor leal do Senhor, o seu amor eterno, está com os que o temem e a sua justiça com os filhos dos seus filhos, com os que guardam a sua aliança e se lembram de obedecer aos seus preceitos.” Ef 5.10 “Compreenda o que é agradável a Cristo, e então faça-o.”
Ser radical no esporte significa ter destreza, ser perito ou ter  coragem para manobras que exigem esforços e habilidades diferenciadas. Ou, ainda a combinação desses e outros ingredientes. Também, segundo o Dicionário Online de Português, radical aplica-se a uma pessoa intransigente quanto ao modo de ver um assunto.

Nessa combinação de elementos é que gostaríamos de focar a família. Ah, se  fossemos radicais na maneira de ser em família! Com certeza, muitas famílias poderiam ser melhores do que são.

Vamos chamar de FAMÍLIA RADICAL a família que se diferencia das outras por escolher praticar os princípios estabelecidos por Deus.

Consideremos FAMÍLIA como o NÚCLEO estabelecido por Deus, constituído por um homem, uma mulher e filhos. Essa família radical não transige (não pode) nesse princípio elementar.

Família radical é aquela que busca conhecer a Deus e fazer sua vontade. A família radical tem seu foco na vontade de Deus, se alegra e se realiza em cumprir o seu papel como agente de transformação da Sociedade.

A Família radical é o contraponto ao mundo (opõe-se). Nossas crianças, adolescentes e jovens precisam aprender sobre Deus para exercer a autoridade de fazerem contraponto ao mundo que tornou-se uma criativa máquina de destruição da família. É preciso conhecer as duas estradas (a do bem e a do mal).

A Bíblia revela como deve se porta ruma família radical:

MARIDO E MULHER RADICAIS  -  Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos (Eféios 5.22-24). Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela ( Efésios 5.25)

Isso significa um cônjuge em função do outro e não do mundo. Os dois não trazem para seu convívio o convívio do mundo. O foco do marido deve estar no direito da mulher e o da mulher no direito do marido. O direito de um é dever do outro.

PAIS RADICAIS aprendem a dizer sim sempre que possível e não sempre que necessário aos seus filhos. Aprendem ainda que “Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto” (Provérbios 27.5). Pais radicais Filtram as músicas e a literatura de seus filhos, disciplinam suas amizades, os lugares que frequentam e controlam seu acesso às mídias de comunicação

FILHOS RADICAIS obedecem a seus pais e lhes dão razão diante das razões do mundo. Obedecem aos pais, não por opção, mas por respeitá-los como seus progenitores e educadores segundo o coração de Deus.

Filhos radicais repudiam o caminho da desobediência porque é um caminho tortuoso, escuro, escorregadio e ladeado de abismos perigosos. Não enganam a seus pais nem quando estão diante das tentações dos maus costumes que observam no mundo.
Deus diz aos filhos radicais: "Filho meu, guarda o mandamento de, teu pai, e não abandones a instrução de tua mãe; ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço. Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida" (Pv 6.20-22). Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra. E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor “ Efésios 6.1-4.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A ÚLTIMA PALAVRA É DE DEUS

Prov. 16.1   “As pessoas podem fazer seus planos, porém é o SENHOR Deus quem dá a última palavra.”

A existência humana é estimulada pelas realizações: fazer planos (sonhar) e poder executá-los é uma das grandes motivações da vida. Planejar não é o problema para o homem, pois ele é dotado de capacidade para fazer planos. O problema é quando os planos não estão harmonizados com os desejos de Deus.

Quando buscamos Deus e nos sujeitamos à Sua vontade, O autorizamos a planejar conosco e a fazer funcionar do jeito Dele e, não necessariamente, do nosso jeito. Isso significa reconhecer que Deus dá a última palavra sobre os nossos planos e que nós reconhecemos que Sua intervenção é necessária e sempre oportuna.

Somos livres para fazermos planos imediatos, a médio e a longo prazo. A grande questão é: por que muitas vezes o que planejamos não dá certo, mesmo tendo tudo para dar certo? A resposta passa por uma verdade absoluta: somos limitados e não conhecemos por antecipação as coisas que estão para acontecer.

Tudo que fazemos por nós mesmos gira em torno de expectativas que podem dar certo ou não. Podemos planejar com as melhores intenções, mas não podemos garantir que vai dar tudo certo.

Alguns atribuem sorte ao plano que deu certo ou azar ao plano que deu errado, mas vejamos a beleza dessa afirmação do pr. Iranildo Erasmo: “Para quem tem fé, não existe sorte, existe Deus. Para quem tem Deus, não existe perda, só vitória. Para quem crê, não existe impossível, existe milagre.”


Mesmo sabendo que as misericórdias de Deus não têm fim e que Ele está sempre pronto a nos socorrer, descobrimos que não é recomendável deixar para buscar Deus “depois do estrago”. O ideal é que na fase do planejamento creditemos a Deus o poder de aprovar, modificar ou reprovar os nossos planos antes de serem executados. Ao crermos que a última palavra é de Deus, devemos pedir que Ele intervenha e não nos permita planejar e executar o que não trará benefícios para nós e aqueles a quem tanto amamos.

Todos deveríamos nos perguntar: Em que fase de nossos planos nós os submetemos a Deus? Qual tem sido a nossa experiência de ter Deus como parceiro em nossos planos  e realizações?

Finalizando sobre essa reflexão sobre ser de Deus a última palavra, lembremos-nos da recomendação bíblica em Tiago 4.13-15: “Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo”.

Que Deus nos dê a bênção de tê-lO conosco na elaboração dos nossos planos para que sejamos bem-sucedidos nas realizações.