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sexta-feira, 17 de junho de 2011

A IGREJA, O AMOR E A INIQUIDADE


      Os dias atuais revelam uma profecia bíblica (de Jesus) que deve merecer uma especial atenção da igreja em sua batalha de proclamar a mensagem de salvação aos que estão perdidos: A multiplicação da iniqüidade que provoca a diminuição do amor. Jesus diz que “por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24.12).

    A população cresce (quase 7 bilhões de pessoas na Terra) a ponto de acender a “luz amarela” em razão de estar chegando o dia de não haver água e alimento para todos. Mas, pior que a expectativa da falta de pão e água para todos é a inteligência mal empregada do homem que se especializa cada vez mais em produzir pecado.
A iniqüidade (repetição contínua do pecado combinada com a perda da sensibilidade e da vergonha) cresceu assustadoramente na Sociedade que cada vez mais se perde no juízo de valores (inversão entre o certo e errado) e se envereda por caminhos aparentemente bons, mas que se revelam tortuosos e obscuros por serem caminhos de morte (Pv. 14:12: “Há caminhos que ao homem parece ser bom, mas o seu fim são caminhos de morte). Na ordem inversa da multiplicação da iniqüidade o amor de muitos se esfria. O esfriar do amor decorre da decepção, frieza, indiferença, acomodação, perda da esperança por dias melhores e, sobretudo, pela ausência de Deus no coração do homem.  


O homem, cada vez mais, se distancia da Lei Moral de Deus (êxodo 20.3-17) e produz para si conceitos e valores que o supervalorizam em detrimento dos propósitos do Senhor para sua vida. Esse é um caminho perigoso, mas o homem se envereda por ele como se pode constatar a “olhos nus”.
    É hora (sempre é) da igreja despertar (acordar de vez) para sua missão de ser sal da terra e luz do mundo. É o momento de mais impactar (os contrastes, quanto maiores mais visíveis se tornam). O homem no mundo está cada vez mais insosso e cada vez mais mergulhado nas trevas. E a igreja, como está temperando e iluminando o mundo?

    Jesus ensina em Mt. 5.13-16 como deve a igreja agir diante de Deus e dos homens, e em At. 1.8 revela o poder concedido para que a igreja seja um eficiente agente de pregação para transformação do mundo.

   Que Deus nos abençoe para sermos a igreja de Cristo, atenta e eficiente nos dias atuais, sobretudo numa clara e inequívoca demonstração de que em nós o amor de Deus só faz aumentar e a iniqüidade, por sua vez, longe de nós está.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A FAMÍLIA E A IGREJA SOB ATAQUE

   
   O inimigo sabe que a melhor estratégia para dilapidar a sociedade é  desestruturar a família. No Brasil atual, satanás está rindo às gargalhadas porque seus  mísseis de destruição da família estão atingindo o alvo.

    As mudanças sociais sempre ocorreram e a Sociedade, no curso do tempo, sempre esteve sujeita às tentativas de inversão de valores, mas é estarrecedor constatar o que se pretende fazer no Brasil de hoje. Uma minoria, em defesa de seus direitos, tenta mudar o conceito de família. Autoridades não comprometidas com Deus tomam decisões de acordo com suas ideologias, em detrimento das crenças e convicções já consagradas, e atropelam os direitos de outras minorias.

    O Supremo Tribunal Federal, em 05 de maio do corrente ano, legitimou um desvio bíblico de conduta moral ao equiparar os direitos dos pares homossexuais aos dos pares heterossexuais.

   O problema maior não é a decisão em si mesma, mas os seus reflexos, sendo o pior deles a sustentação político-legal de uma ideologia que coloca em risco a família, cerceia a igreja e, por via de conseqüência, coloca em risco a paz social. Parece que está por se instalar  no Brasil uma temporada de fomentação da discórdia, onde se busca nas exceções o fundamento para se estabelecer uma regra geral.

   Espera-se agora o próximo ataque à família (no conceito bíblico): A criminalização da homofobia. 

    É lamentável assistir ao Congresso Nacional se prestar à criação de leis dessa natureza. A Constituição Federal (art. 5º), já trata dos direitos e garantias individuais de maneira bastante clara. O que falta no Brasil é o exercício da cidadania  - que está à deriva - porque princípios elementares como moral, ética e civismo têm sido deixados de lado pela elite dominante.
    
   O objetivo de todo esse movimento é a destituição do princípio basilar de que a família é constituída a partir de um homem e uma mulher que se unem pelo casamento (Gênesis 2.18; Efésios 5). A proposta tem como pano de fundo criminalizar a homofobia, mas, na verdade, o objetivo é coibir a pregação do evangelho contra a manifestação do pecado, mormente o da homossexualidade.

    Diante desses fatos, que resposta devem dar pastores e igrejas?  Devem firmar as seguintes posições:

a) Exercer, sem medo, seu dever de pregar contra qualquer manifestação de pecado, por duas razões básicas:

1ª) Pelo dever de obediência a Jesus Cristo, Senhor da igreja (At. 1.8; Mt 28.18)

2ª) Porque tem o amparo da Constituição Federal: Art. 5º. - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e às suas liturgias.
Já há suficiente legislação no Brasil para fazer valer os direitos e os deveres de todos os cidadãos. Particularmente, não abro mão do dever de obedecer a Deus e do direito de expressar o meu pensamento livremente.

b) Tratar toda manifestação do pecado como desvio do padrão moral de Deus (Rm 3.23).

c) Repudiar o pecado da homossexualidade do mesmo modo que se repudia todas as outras manifestações de pecado (Is 59.1-2).

d) Alertar sobre o destino final de todos que não têm a salvação em Cristo Jesus (João 3.16; Rm 6.23; 1 Co 6.10).

e) Mesmo não concordando, respeitar o ser humano e não o agredir, sob nenhum pretexto, por sua opção de vida.

    Diante do que “temos visto e ouvido”, a igreja se acomodará e aceitará passivamente os ataques de satanás para destruir a família e cercear a pregação da Palavra de Deus? O púlpito se acovardará?

    Lembremo-nos de que a oração, discernimento bíblico e a pregação da Palavra de Deus, no poder do Espírito Santo, são os escudos para a defesa da família.

     Oremos pelos pastores de Cristo no Brasil para que a inércia e a covardia não tomem conta das igrejas e dos púlpitos. Oremos pelas autoridades constituidas para que sejam sábias na elaboração e no cumprimento das leis, objetivando, de fato, o bem comum da sociedade brasileira, primando pelo fortalecimento da família, pela mantença da liberdade religiosa, da livre expressão do pensamento e das garantias individuais, todas estas já  consagradas pela Constituição Federal.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O "MEDO" DE PREGAR CONTRA A HOMOSSEXUALIDADE

POR QUE TANTO MEDO DE PREGAR CONTRA O PECADO DA HOMOSSEXUALIDADE?
CUIDADOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS
   
O assunto homossexualidade tem preocupado as igrejas no Brasil. Muitos líderes estão confusos e alguns sem referência para o tratamento adequado do assunto.
    A mobilização social a favor da homossexualidade alcançou proporções gigantescas no Brasil, objetivando, além de cair na graça do povo, a criação de leis que condenem a discriminação. Homofobia é crime. Considerando que o Legislativo, em todos os níveis, trabalha sob pressão popular, a mobilização social, com estardalhaço surge efeitos, sem dúvida. E isso tem assustado as igrejas que se vêm ameaçadas, não só no seu direito de pregar biblicamente contra a homossexualidade como também de se virem obrigadas a receber no corpo de Cristo os que a praticam.
    Amados, esse assunto precisa ser abordado, com serenidade, sob dois aspectos:
Primeiro: com relação à prática do homossexualismo – as igrejas devem ser coerentes com a posição de Deus. Deus abomina o pecado, mas ama o pecador. O dever da igreja é repudiar a prática do homossexualismo, com base na Palavra de Deus, sem discriminar a pessoa. Como qualquer pecado trazido à luz pela lei de Deus, a prática do homossexualismo é abominação aos olhos do Senhor.  Pecado é pecado, e os cristãos não podem deixar de pregar a mensagem bíblica de que o mundo está perdido sem Cristo e que todo aquele que se converte é tornado nova criatura pelo poder do Espírito Santo. Cristo, ao lidar com os pecadores não os condenou, os acolheu, mas, sempre lhes ordenou que não pecassem mais, ou seja,  condenou seus pecados. É dever pregar contra a homossexualidade (I Cor. 6.9) como se prega contra qualquer prática pecaminosa “porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm.6.23), e é propósito de Deus salvar a todos (I Tm. 2.4).  É uma questão de opção, sim, viver à margem dos desígnios de Deus, só não será opcional o comparecimento ao juízo de Deus (Hb. 9.27). Todo aquele que quiser ir a Jesus precisa se comprometer com Ele e mudar de vida. Se o pecador não se arrepende ao ser confrontado pela Lei de Deus e não alcança a graça da salvação, por opção de rejeição, então, “seu lugar é do lado de fora do céu”, no lago que arde com fogo e enxofre (Ap. 21.8), lamentavelmente.
Segundo: com relação ao direito da igreja - o Estado é laico e a Constituição Federal disciplina o direito da igreja. A Constituição do Brasil foi promulgada sob a proteção de Deus (preâmbulo), considera inviolável a liberdade de consciência e de crença (Art. 5º, VI)  e veda ao Estado estabelecer qualquer embaraço ao funcionamento da igreja (Art. 19, I). A igreja, enquanto organização religiosa, tem o direito de auto-regulamentação e pode decidir, tranquilamente, não  admitir em seu rol de membros a prática do homossexualismo, da pedofilia, etc. Ao exercer seu direito de auto-regulamentação, ela não poderá ser obrigada a admitir em sua organização quem pratica a homossexualidade e nem ser obrigada a celebrar casamento de quem não seja de seu rol de membros.
     A igreja deve pregar sem medo a verdade bíblica. Contudo, preparemo-nos porque as perseguições que provarão nossa fé já batem à porta.