quinta-feira, 19 de maio de 2011

A FAMÍLIA E A IGREJA SOB ATAQUE

   
   O inimigo sabe que a melhor estratégia para dilapidar a sociedade é  desestruturar a família. No Brasil atual, satanás está rindo às gargalhadas porque seus  mísseis de destruição da família estão atingindo o alvo.

    As mudanças sociais sempre ocorreram e a Sociedade, no curso do tempo, sempre esteve sujeita às tentativas de inversão de valores, mas é estarrecedor constatar o que se pretende fazer no Brasil de hoje. Uma minoria, em defesa de seus direitos, tenta mudar o conceito de família. Autoridades não comprometidas com Deus tomam decisões de acordo com suas ideologias, em detrimento das crenças e convicções já consagradas, e atropelam os direitos de outras minorias.

    O Supremo Tribunal Federal, em 05 de maio do corrente ano, legitimou um desvio bíblico de conduta moral ao equiparar os direitos dos pares homossexuais aos dos pares heterossexuais.

   O problema maior não é a decisão em si mesma, mas os seus reflexos, sendo o pior deles a sustentação político-legal de uma ideologia que coloca em risco a família, cerceia a igreja e, por via de conseqüência, coloca em risco a paz social. Parece que está por se instalar  no Brasil uma temporada de fomentação da discórdia, onde se busca nas exceções o fundamento para se estabelecer uma regra geral.

   Espera-se agora o próximo ataque à família (no conceito bíblico): A criminalização da homofobia. 

    É lamentável assistir ao Congresso Nacional se prestar à criação de leis dessa natureza. A Constituição Federal (art. 5º), já trata dos direitos e garantias individuais de maneira bastante clara. O que falta no Brasil é o exercício da cidadania  - que está à deriva - porque princípios elementares como moral, ética e civismo têm sido deixados de lado pela elite dominante.
    
   O objetivo de todo esse movimento é a destituição do princípio basilar de que a família é constituída a partir de um homem e uma mulher que se unem pelo casamento (Gênesis 2.18; Efésios 5). A proposta tem como pano de fundo criminalizar a homofobia, mas, na verdade, o objetivo é coibir a pregação do evangelho contra a manifestação do pecado, mormente o da homossexualidade.

    Diante desses fatos, que resposta devem dar pastores e igrejas?  Devem firmar as seguintes posições:

a) Exercer, sem medo, seu dever de pregar contra qualquer manifestação de pecado, por duas razões básicas:

1ª) Pelo dever de obediência a Jesus Cristo, Senhor da igreja (At. 1.8; Mt 28.18)

2ª) Porque tem o amparo da Constituição Federal: Art. 5º. - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e às suas liturgias.
Já há suficiente legislação no Brasil para fazer valer os direitos e os deveres de todos os cidadãos. Particularmente, não abro mão do dever de obedecer a Deus e do direito de expressar o meu pensamento livremente.

b) Tratar toda manifestação do pecado como desvio do padrão moral de Deus (Rm 3.23).

c) Repudiar o pecado da homossexualidade do mesmo modo que se repudia todas as outras manifestações de pecado (Is 59.1-2).

d) Alertar sobre o destino final de todos que não têm a salvação em Cristo Jesus (João 3.16; Rm 6.23; 1 Co 6.10).

e) Mesmo não concordando, respeitar o ser humano e não o agredir, sob nenhum pretexto, por sua opção de vida.

    Diante do que “temos visto e ouvido”, a igreja se acomodará e aceitará passivamente os ataques de satanás para destruir a família e cercear a pregação da Palavra de Deus? O púlpito se acovardará?

    Lembremo-nos de que a oração, discernimento bíblico e a pregação da Palavra de Deus, no poder do Espírito Santo, são os escudos para a defesa da família.

     Oremos pelos pastores de Cristo no Brasil para que a inércia e a covardia não tomem conta das igrejas e dos púlpitos. Oremos pelas autoridades constituidas para que sejam sábias na elaboração e no cumprimento das leis, objetivando, de fato, o bem comum da sociedade brasileira, primando pelo fortalecimento da família, pela mantença da liberdade religiosa, da livre expressão do pensamento e das garantias individuais, todas estas já  consagradas pela Constituição Federal.

domingo, 17 de abril de 2011

Bullying Escolar, família e igreja

  
   Qualquer Sociedade que pretenda ser mais justa e desfrutar de paz social precisa estar sedimentada em um bom processo educacional. Assim tem sido à luz da história.

   No Brasil, há muito tempo se fala que educação é preparação para a vida ou um processo integral, onde o educando deve ser trabalhado como um todo, com os chamados elementos cognitivos a merecerem especial destaque.

   No entanto, o que temos visto por aqui, há algum tempo, é  a família alimentando a expectativa de que a escola eduque seus filhos. Mas, a dura realidade  é que a escola, que deveria ser instrumento eficaz de transmissão de conhecimentos e preparação para a vida, não tem conseguido dar conta do recado. O mestre, com remuneração pequena e sobrecarga de trabalho, não consegue, com raras exceções, cumprir o conteúdo de sua “aula bem preparada”, porque desperdiça bastante de seu tempo com o desgaste de ter que “acomodar” alguns de seus alunos que vão à escola com diversos propósitos menos o de aprendizagem.

    A escola, que deveria preparar para a vida, não consegue lapidar o “Brutus” que chega com problemas comportamentais que deveriam ser resolvidas pela família (que não dá conta) e não pela escola.

    A família, com honrosas exceções,  está “entregando os pontos” e cada vez mais dependente da escola na educação de seus filhos. É lamentável ouvir de pais que não conseguem dar conta de suas crianças e adolescentes. Pais que renunciam à educação de seus filhos e deixam o inimigo fazer ninhos sobre suas cabeças. Pais que agem como se não soubessem que a responsabilidade civil e criminal de seus filhos só começa aos 18 anos.    

    Para agravar o quadro vigente, o sistema educacional brasileiro, pelo que se noticia, está próximo de banir o ensino religioso da escola pública.  Em nome da pluralidade das confissões religiosas, a bandeira da vez é “não privilegiar determinadas denominações religiosas em detrimento de outras”.  A proposta, prestes a ser aplicada, é que profissionais da área social trabalhem conceitos de religiosidade na escola pública. 

    Ora, a solução para os descaminhos comportamentais  na educação brasileira deveria ser exatamente o oposto. Sabemos que isso é complicado num país em que o Estado é laico, mas, pelo rumo atual, em nome da socialização do indivíduo, a tendência é tirar Deus da escola, e o que não está indo bem, ficará, ainda, pior. Estão a ponto de dizer: Não queremos Deus na educação de nossos filhos. É preciso que a igreja alerte para o triste resultado: O vazio de Deus é sempre preenchido pelo "inimigo que veio para destruir e matar".

    A escola no Brasil, a nosso ver, deve desenvolver um processo educacional onde se concilie a idéia do viver com o compartilhar. A essência está no desenvolvimento da idéia de que viver para si é egocentrismo, pois aquele que vive só para si tem como meta a satisfação de seu próprio mundo sem atentar para as necessidades dos mais fracos e desassistidos. No viver para si, o problema se agrava quando esses fracos e desassistidos se tornam objeto de consumo dos egocêntricos que passam a humilhá-los por suas diferenças.  Por sua vez,  a essência do compartilhar está na percepção das diferenças e carências múltiplas, e na pratica da solidariedade a fim de que os excluídos das diferentes tribos que se formam na escola se tornem objeto do exercício prático do mandamento de Jesus para com o próximo: “Ama ao teu próximo como a ti mesmo”.

    Considerando que a escola não conseguirá, sem ajuda, resolver a "praga" do bullying que é  injustificável em todos os sentidos, torna-se urgente uma  reflexão de toda a Sociedade, a começar pela família que é o berço de todas as ações que se refletem nos diferentes grupos sociais. É preciso tratar com seriedade a questão comportamental, pois já está provado do que é capaz uma mente doentia que só vê na barbárie a resposta adequada para "dar o troco" pelas humilhações sofridas de "colegas" vazios do amor ao próximo.

    A proposta da educação brasileira deveria se fundamentar no mandamento do amor de Cristo e estabelecer como meta o seguinte selo de qualidade do amor ao próximo: nesta escola não se pratica bullying (este slogan bem que poderia se estender a todos os demais grupos sociais).  Em assim sendo, a escola conseguiria cumprir seu papel de instruir e de ser parceira no processo educacional.

    É o momento de “permitir” Deus por completo na escola e não de mandá-lO embora da educação de nossas crianças, adolescentes e jovens.

   Quanto à família, ressalvadas algumas exceções, precisa de um "choque de ordem" para rever seus conceitos e valores sobre passividade, permissividade e falta de controle para com seus adolescentes e suas crianças. Um bom começo é buscar Deus e unir-se à sua igreja.

   

terça-feira, 5 de abril de 2011

A IGREJA CRISTÃ E OS DESAFIOS ATUAIS DA SOCIEDADE BRASILEIRA

   Todos os dias, sem exceção, a imprensa tem noticiado forte apelo em favor das chamadas minorias, e homofobia tornou-se a palavra-chave para se instaurar, sumariamente, um tribunal de inquisição no Brasil. O problema mais se acentua, atualmente, não pela cor da  pele, mas em razão da opção sexual.
   Amados, os cristãos devem abolir de seu vocabulário a palavra homofobia (não é aplicável a nós), pois não é da natureza cristã (leia-se discípulo convertido e devidamente compromissado com Jesus) promover qualquer tipo de discriminação. O cristão deve repudiar, veementemente, qualquer agressão, seja verbal ou física, contra qualquer pessoa por sua opção de vida, inclusive a sexual.
   No entanto, é necessário distinguir a imensa distância que há entre o dever de respeitar a pessoa em sua opção e o direito de não aprovar suas práticas.
    Amar a todas as pessoas é dever sagrado de todos nós, mas isso não implica na obrigação de concordar e aceitar no seio da igreja suas práticas contrárias à Palavra de Deus. É dever de todo discípulo praticar o que o próprio Deus ensina: amar o pecador e repudiar o pecado de qualquer natureza porque o pecado do homem natural o torna inimigo de Deus (Rm 8.7).
   Ademais, a igreja não pode se omitir na pregação da Palavra de Deus a todos os homens, sem exceção. A Bíblia afirma em  Rm. 3.23 "que todos pecaram e destituidos estão da glória de Deus". Jesus disse: “... os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento." (Mc 2: 17). É preciso alertar todos os pecadores do risco previsto em Ap 21.27.
   A igreja deve combater toda prática de pecado e nisso se inclui a corrupção, a mentira, a promiscuidade, a homossexualidade e todos os outros desvios do padrão de conduta moral que Deus estabeleceu para o homem, em conformidade com  a Palavra de Deus.
    Aquele que não lê a Bíblia, nela não acredita ou dela só assimila o que lhe interessa não compreende essas coisas. Mas, a igreja não pode parar de pregar contra o pecado da homossexualidade porque não pode passar ao largo dos ensinos da Palavra de Deus: “Com homem não te deitará, como se fosse mulher; abominação é.” (Lv 18.22).
    É preciso compreender que os direitos das minorias são garantidos pela Constituição Federal, mas esses direitos cessam seu alcance quando atingem os direitos de outras minorias ou da maioria.
   A mobilização em favor dos direitos do gay no Brasil busca a tutela do Estado para sua proteção. É evidente que essa proteção é dever do Estado porque a ele compete a segurança de todos, inclusive das minorias, quaisquer que sejam,  contra qualquer tipo de discriminação.  No entanto, lamentavelmente, com o apoio do Governo Federal, e exercendo pressão no Congresso Nacional, o que se está fazendo não é só a defesa de uma minoria mas a apologia de sua doutrina quanto à opção sexual, o que contraria os princípios da Palavra de Deus.
   A bandeira de luta pelo direito da homessexualidade é obrigar a Sociedade não só a respeitar (é dever respeitar a opção sexual), mas, também, a aceitar e compartilhar de suas idéias (aí está um gravíssimo erro). Dentre os maiores absurdos dessa mobilização, na contra mão da educação das crianças, o MEC se propõe a ensinar aos alunos do ensino fundamental o entendimento de que a homossexualidade deve ser compreendida como parte integrante da  natureza humana. Só que Deus diz de modo diferente em Gn 1.27: “macho e fêmea Deus os criou”.
   Ora, cadê o respeito ao Direito Constitucional das minorias (ou maioria) que crê de modo diferente? Onde estão os Deputados Federais e Senadores da República que foram eleitos com os votos dos cristãos? Onde estão os manifestos das igrejas cristãs no Brasil?
   É necessário que a igreja se posicione de modo contundente, agora, antes que essa minoria transforme fatos sociais repetitivos em mudanças sociais (como no Brasil atual as coisas acontecem de modo diferente, tenta-se impor mudanças sociais por força de lei, ou seja, de fora para dentro). Cuidado! Há um ditado popular que diz que “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.
   Por que tanto medo? Por que os cristãos estão tão calados à exceção de uns poucos que se arriscam a serem condenados sumariamente por um tribunal de inquisição exatamente pela omissão de tantos que a tudo assistem de modo compassivo?
    Desperta, igreja, para bem cumprir sua missão! Com respeito às pessoas e suas opções, mas com a autoridade de quem foi ungido pelo poder do Espírito Santo (At. 1.8), a igreja cristã deve assumir sua responsabilidade junto à Sociedade alertando-a dos riscos a que se sujeita em apoiar e aceitar manifestações pecaminosas que só tendem a aumentar porque o homem natural tem-se aperfeiçoado em sua máquina de produzir pecados.
   A Sociedade deve ouvir da igreja que “se colhe o que se planta” (Ez 18.20-23; Lc 6.43-45).

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ACORDA, BRASIL!

“...Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que razão me mostra a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida” (Habacuque1.1-4).
    O profeta, perplexo, diante da corrupção espiritual, moral e social do povo e de seu governo, por volta do ano 600 aC, perguntou até quando deveria esperar pelo silêncio de Deus. Após um “longo silêncio”, o profeta ouviu a resposta de Deus e ficou alarmado por não ser a que gostaria de ter ouvido: pela conivência do povo com a iniquidade e submissão aos caprichos de um governo opressor, o Senhor traria pesada destruição pelos Caldeus (1.5-11).
    Como o Senhor disse, assim sucedeu (leia todo o livro registrado pelo Profeta Habacuque. São apenas 3 capítulos. Vale a pena!).
    Nos dias atuais, o quadro parece mais alarmante. Em razão da generalização da corrupção e da mentira; das propostas de se legalizar o cerceamento da liberdade de crença, de reunião e de pregação, contrariando as conquistas constitucionais vigentes; das leis novas que fomentam a discórdia e o ódio entre grupos que sempre conviveram harmoniosamente neste País; da banalização da vida, pela descriminalização do aborto, e outros, me assusta a quantidade de líderes cristãos que apóiam um programa de governo que atenta contra a liberdade da imprensa e que deseja implantar no Brasil um socialismo nos moldes do regime cubano.
   Essas questões nacionais dizem respeito diretamente à igreja de Cristo no Brasil e não podemos nos calar. Trata-se de um real desafio à nossa fé e tenho dúvidas se a igreja de Cristo está devidamente preparada para enfrentá-lo. Aguarde porque dias terríveis estão por vir, se os rumos atuais se confirmarem.
    Só para reavivar a memória de uns e informar a outros, o Brasil viveu em 1964 a deposição de um presidente, João Goulart, que desejava tutelar o proletariado com o Estado. A ditadura assumida pelos militares foi uma reação à implantação do comunismo no Brasil. Apesar de tantos problemas que provocaram grandes injustiças e pela demora da redemocratização do Brasil, damos graças a Deus porque o comunismo teria sido mal maior.
    Como já o disse, o foco dessa mensagem não é a abordagem dos fatos históricos desse período. O meu interesse nesse pronunciamento é trazer uma mensagem de alerta ao Brasil Evangélico que se encontra adormecido ou anestesiado com o “canto da sereia”.
    Não se iluda, meu irmão, a turma que desejava implantar o comunismo em 1964 está de volta. A atual candidata à presidência, que lidera a pesquisa nestes dias, além de grande simpatia pelo regime cubano, já declarou que este é o modelo ideal para o Brasil. Que tristeza nos céus e na terra!
    Quem esteve em Cuba (estive lá) e conviveu com o povão entende a desgraça de um povo que vive sob o regime comunista. O comunista tem horror dos cristãos. Sua base está na negação de Deus e no cerceamento da liberdade de crença, de consciência, de reunião, de comunicação, de locomoção, de vocação, e assim por diante. Cuba tem um regime fracassado, onde o próprio grande líder revolucionário, ditador desde 1959, declarou que o regime não serve para exportar (ser implantado em nenhum outro país), pois não serve mais nem para os cubanos.
   Em Cuba, ao indagar sobre o sonho daquele povo e porque levam tão a sério os estudos, ouvi de líderes religiosos como resposta: “Nosso sonho é o de liberdade. Nossos filhos estudam porque no dia em que Cuba for livre precisarão estar preparados para competir com o mundo. Fidel Castro é o diabo encarnado”.
   Os comunistas no Brasil disfarçam a mensagem da negação de Deus porque sabem que a imensa maioria do povo é temente a Deus. Então, sutilmente, vão se infiltrando e ao conseguirem a maioria no Congresso Nacional, implantarão a consumação desse regime que já começou no Brasil. Acorda, Brasil!
   O que leva líderes cristãos a apoiarem um governo com essa mensagem? Será a insatisfação com o sistema capitalista? O discurso contra os norte-americanos que são responsabilizados por 03 décadas de nossas mazelas e cujo maior defeito é o de colocar a cara na reta em prol da liberdade frente ao comunismo e ao terrorismo movido pelos ditadores? Será o falso discurso do socialismo que, na prática, nunca funcionou porque ao chegar ao poder a elite dominante se beneficiou e dominou o proletariado tirando-lhe o bem mais precioso (liberdade)? Não pode ser por uma questão de ideologia, pois o cerceamento da liberdade pelo domínio dos que assumem o poder contraria essencialmente a Palavra de Deus. Quero crer que seja tão somente por convencimento pessoal (que respeito, mesmo discordando e alertando para o tremendo risco para a igreja) e nunca por busca de favorecimento pessoal.
    Meu irmão, já caiu no esquecimento a comoção pela história de nossos irmãos que foram oprimidos no Leste Europeu, nos 70 anos, pelo comunismo nas então Repúblicas Socialistas Soviéticas, onde “o comunismo tentou matar Deus”?
    Até quando? Com certeza nossa postura de hoje, com aceitação e aprovação do que ocorre, provocará a resposta de Deus. Caso isso se concretize (sinceramente, eu gostaria muito de estar equivocado), preparemo-nos para os tempos difíceis.
    Concluo, por ora, perguntado? É justo aos olhos de Deus apoiar um governo que tem como base o cerceamento da pregação da Palavra de Deus e que atenta ostensivamente contra a liberdade do povo? ACORDA, BRASIL!!! ATÉ QUANDO?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O "MEDO" DE PREGAR CONTRA A HOMOSSEXUALIDADE

POR QUE TANTO MEDO DE PREGAR CONTRA O PECADO DA HOMOSSEXUALIDADE?
CUIDADOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS
   
O assunto homossexualidade tem preocupado as igrejas no Brasil. Muitos líderes estão confusos e alguns sem referência para o tratamento adequado do assunto.
    A mobilização social a favor da homossexualidade alcançou proporções gigantescas no Brasil, objetivando, além de cair na graça do povo, a criação de leis que condenem a discriminação. Homofobia é crime. Considerando que o Legislativo, em todos os níveis, trabalha sob pressão popular, a mobilização social, com estardalhaço surge efeitos, sem dúvida. E isso tem assustado as igrejas que se vêm ameaçadas, não só no seu direito de pregar biblicamente contra a homossexualidade como também de se virem obrigadas a receber no corpo de Cristo os que a praticam.
    Amados, esse assunto precisa ser abordado, com serenidade, sob dois aspectos:
Primeiro: com relação à prática do homossexualismo – as igrejas devem ser coerentes com a posição de Deus. Deus abomina o pecado, mas ama o pecador. O dever da igreja é repudiar a prática do homossexualismo, com base na Palavra de Deus, sem discriminar a pessoa. Como qualquer pecado trazido à luz pela lei de Deus, a prática do homossexualismo é abominação aos olhos do Senhor.  Pecado é pecado, e os cristãos não podem deixar de pregar a mensagem bíblica de que o mundo está perdido sem Cristo e que todo aquele que se converte é tornado nova criatura pelo poder do Espírito Santo. Cristo, ao lidar com os pecadores não os condenou, os acolheu, mas, sempre lhes ordenou que não pecassem mais, ou seja,  condenou seus pecados. É dever pregar contra a homossexualidade (I Cor. 6.9) como se prega contra qualquer prática pecaminosa “porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm.6.23), e é propósito de Deus salvar a todos (I Tm. 2.4).  É uma questão de opção, sim, viver à margem dos desígnios de Deus, só não será opcional o comparecimento ao juízo de Deus (Hb. 9.27). Todo aquele que quiser ir a Jesus precisa se comprometer com Ele e mudar de vida. Se o pecador não se arrepende ao ser confrontado pela Lei de Deus e não alcança a graça da salvação, por opção de rejeição, então, “seu lugar é do lado de fora do céu”, no lago que arde com fogo e enxofre (Ap. 21.8), lamentavelmente.
Segundo: com relação ao direito da igreja - o Estado é laico e a Constituição Federal disciplina o direito da igreja. A Constituição do Brasil foi promulgada sob a proteção de Deus (preâmbulo), considera inviolável a liberdade de consciência e de crença (Art. 5º, VI)  e veda ao Estado estabelecer qualquer embaraço ao funcionamento da igreja (Art. 19, I). A igreja, enquanto organização religiosa, tem o direito de auto-regulamentação e pode decidir, tranquilamente, não  admitir em seu rol de membros a prática do homossexualismo, da pedofilia, etc. Ao exercer seu direito de auto-regulamentação, ela não poderá ser obrigada a admitir em sua organização quem pratica a homossexualidade e nem ser obrigada a celebrar casamento de quem não seja de seu rol de membros.
     A igreja deve pregar sem medo a verdade bíblica. Contudo, preparemo-nos porque as perseguições que provarão nossa fé já batem à porta.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A ABOLIÇÃO DO MEDO

    Segundo os psicanalistas, há centenas de medos inerentes à espécie humana. São as fobias que prejudicam a saúde emocional com sérios riscos para o exercício da fé cristã.
    Tenho observado a dor e o sofrimento de irmãos que cedem ao medo e, desmotivados, ficam à deriva como se nada mais lhes dissesse respeito.  Mas, sabemos que esse não é o propósito de Deus para nós. Em momento algum Deus diz que sucumbiremos, pelo contrário, nos afirma que havemos de vencer sempre.
   O medo tem tudo a ver com a nossa fé. Quando Jesus repreendeu o vento e mandou aquietar o mar foi em socorro dos discípulos que estavam sucumbindo pelo medo. Jesus lhes perguntou onde estava sua fé.  O medo deve ser repreendido pela fé, em toda e qualquer circunstância, na certeza de que  as misericórdias de Deus se renovam a cada manhã  trazendo o resplendor da glória da Deus na transposição dos campos de batalha.
    Quero deixar, inicialmente, com aqueles que estão travando batalha espiritual contra o medo (esse tal medo que insiste em se instalar em seus corações para tirar-lhes a esperança de dias melhores e fazer a estremecer a alegria da fé cristã)  um famoso pensamento,  de cujo autor não me recordo, que disse: se o medo bater à porta do teu coração, manda a fé abrir que o medo vai embora
     O medo costuma preceder a dor e o sofrimento, mas, em muitos caso, a dor e o sofrimento chegam trazidos pelo imaginário do medo. Ah! Quantas vezes o “problemão” que causaria a dor e o sofrimento nunca chega por tratar-se de uma ameaça que não se concretiza, especialmente pela intervenção divina. Lembre-se da palavra de Jesus: basta a cada dia o seu mal (Mt. 6.34),  ou seja, não sofra pelo mal que você não conhece; o futuro a Deus pertence.
    Pretendo demonstrar que o medo não provém de Deus. Abordarei, se Deus quiser, inicialmente, alguns medos coletivos que assustam os crentes e preocupam as lideranças evangélicas,  tais como: a) a igreja não poderá pregar diretamente contra o pecado da homossexualidade porque homofobia é crime; b) a igreja é obrigada a receber homossexual e a realizar casamento que une pessoas do mesmo sexo; c) o  medo de que o poder judicial venha a decidir questões internas da igreja. É bom que se diga, a priori, que sofre esses medos a igreja que não exerce seu direito constitucional de auto-regulamentação,  o que pode levá-la a depender do direito supletivo do Estado para decidir determinadas questões nas quais ela se omite.
Para seu encorajamento
  Então o Senhor disse a Josué: Não temas e não te espantes (Js 8:1) - “Em nome do Senhor Nosso Deus, hastearemos pendões.” (Sl. 20.5b)  -    “Tenho vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” João 16.33